but I don't know where it is
i might have put it in my pocket
along with my keys.
it is meaningless
to you
and all i can write
is an haiku.
Tuesday, September 29, 2009
oh me brain
I feel silly when I write in portuguese. Like I'm obliged to say something utterly eloquent, all the time. It's stupid, I know, but that's how i feel so i'm writing in english again. Plus, I haven't been reading much and the words are starting to fail me. Ah, also, I heard someone saying that reading makes you creative. I'm in no mood for creations.
Nor thinking. At all.
It's just...so much easier not to.
well, i hope this is my 'tiredness' speaking.
Nor thinking. At all.
It's just...so much easier not to.
well, i hope this is my 'tiredness' speaking.
and then i thought
I was reading some blogs around the internet and realised why I'd always delete mine or just gave up on them.
They're three hundred thousand times better than what i have, than what i write.
At least, they all look better than this to me.
Note to self: look for self-esteem. probably somewhere in the trash can.
They're three hundred thousand times better than what i have, than what i write.
At least, they all look better than this to me.
Note to self: look for self-esteem. probably somewhere in the trash can.
Sunday, September 27, 2009
sou bué profunda.
não gosto de ti.
adoro-te.
não gosto de mim.
adoro-me.
não gosto do mundo.
adoro-o.
não gosto de actimel.
mas
adoro limonada.
só queria que percebessem como funcionam os sentimentos, caso não saibam. eu continuo sem saber.
mudam repentinamente, nem dás por eles. E isso é assustador. e na pior das situações estamos, quando não sabemos o que sentir. Por vezes isso faz-nos chegar ao ponto em que desistimos e não sentimos nada. tenho para mim que são escolhas.
Escolhas muito infantis. Deve-se enfrentar tais coisas, que até são coisas importantes. Agarrá-las pelos cornos, como se faz aos touros!
E olhá-las nos olhos e dizer:
'não é hoje que me fodes.'
adoro-te.
não gosto de mim.
adoro-me.
não gosto do mundo.
adoro-o.
não gosto de actimel.
mas
adoro limonada.
só queria que percebessem como funcionam os sentimentos, caso não saibam. eu continuo sem saber.
mudam repentinamente, nem dás por eles. E isso é assustador. e na pior das situações estamos, quando não sabemos o que sentir. Por vezes isso faz-nos chegar ao ponto em que desistimos e não sentimos nada. tenho para mim que são escolhas.
Escolhas muito infantis. Deve-se enfrentar tais coisas, que até são coisas importantes. Agarrá-las pelos cornos, como se faz aos touros!
E olhá-las nos olhos e dizer:
'não é hoje que me fodes.'
'It's funny how'
sim, é engraçado. é hilariante. eu que não gosto que leiam o que escrevo tenho um blog com uns poucos posts. é giro. pouca gente sabe dele. tanto que acho que uma das minhas amigas ficou ofendida quando soube, eu nem lhe tinha dito nada sobre o dito. anyway, contei sobre isto a pouca gente. também não é assim tão interessante porque eu sou uma medricas e para alguém saber o que vai na minha cabeça é preciso conhecer-me muito bem.
tarefa difícil.
tarefa difícil.
Wednesday, September 9, 2009
Animalidade
"Tudo se resume a uma dança de dois corpos, que se tocam e se consomem, mas que determinam barreiras, limites, dos quais se estabelece uma distância.
Não se entrega mais do que o corpo, a alma fica fechada e da chave só há um exemplar.
Dá-se vida aos instintos, e a animalidade predomina sobre aquilo que nos distingue: a racionalidade.
Não há junção de mais do que líquidos corporais e após a fome saciada não fica a restar nada.
Não há palavras a dizer, olhares a trocar. O trabalho está feito e o corpo agora pesa.
É fechar os olhos e esperar pelo próximo."
Não fui eu que escrevi este texto, daí as aspas. Quem escreveu foi uma amiga, a Inês. Espero que gostem, eu gostei. E sim, ela deu-me autorização para o postar.
Língua Portuguesa
Nunca, mas nunca me senti confortável a falar ou escrever em Português. Não sei porquê, vá-se lá adivinhar. Nunca me senti portuguesa. Cresci e ainda vivo num bairro social e isso só me fez foi mais inconformada. Nunca me integrei. Agradeço aos meus paizinhos por isso. Obrigada, mãe, pai, amigo imaginário, 'cês são os maiores.
Mas não é por causa disso que ando por aí a matar a língua como algumas bestas fazem, nomeadamente *inserir diversos nomes polémicos*.
Eu respeito-a, porque sou minimamente civilizada e irrita-me profundamente quando dão erros ortográficos (pode ser princípios de obsessão compulsiva). E já que é a língua materna do país onde vivo, tento saber dela.
Portanto escrevo maioritariamente em inglês. Essa é a minha língua materna. E é só isso, gostava que soubessem as razões merdosas.
ah! olha, um dos prazeres de saber português: as asneiras. Belas pérolas nacionais.
Pronto, esqueçam lá o inglês, faço tudo por uma boa sessão de caralhadas.
Mas não é por causa disso que ando por aí a matar a língua como algumas bestas fazem, nomeadamente *inserir diversos nomes polémicos*.
Eu respeito-a, porque sou minimamente civilizada e irrita-me profundamente quando dão erros ortográficos (pode ser princípios de obsessão compulsiva). E já que é a língua materna do país onde vivo, tento saber dela.
Portanto escrevo maioritariamente em inglês. Essa é a minha língua materna. E é só isso, gostava que soubessem as razões merdosas.
ah! olha, um dos prazeres de saber português: as asneiras. Belas pérolas nacionais.
Pronto, esqueçam lá o inglês, faço tudo por uma boa sessão de caralhadas.
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